terça-feira, 27 de janeiro de 2009


A CABANA

Li um livro chamado A CABANA, e confesso o livro é Maravilhoso, e uma das coisas que me chamou a atenção foi um projeto chamado Missy, no qual é feito um pedido para que todas as pessoas que gostaram do livro indique aos amigo, publique algo em seu site, para que assim ele posso se tornar um filme, e como eu o Ameii, vou deixar aqui minha indicação. :)

Trecho do Livro
"Se você se sentiu tocado pelo assombro deste livro e quer ajudar a torná - lo disponivel a outros num nível mais amplo, nós os convidamos a particpar do... PROJETO MISSY".

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Completo
(Ivete Sangalo)

É tão bom ter alguém por perto
Pra você se sentir completo
Ter a mão que te leva pro futuro
Vislumbrando horizontes seguros...
É tão bom viajarmos juntos
E viver aproveitando tudo
Amanhã vai ser melhor que hoje
Novos sonhos ao amanhecer...
Imagino milhões de sorrisos
Cada um com seu jeito de ser
Mas ligados ao mesmo destino
Um amor feito eu e você...
O céu e o marA lua e a estrela
O branco e o preto
Tudo se completa de algum jeito
Homem mulher,
A faca e o queijo
O incerto e o perfeito
Tudo se completa de algum jeito...


Música da Ivete foi feita para fins publicitários do Banco Bradesco, sendo muito usado no mercado publicitário.
Prestem atenção na música é vejam como não se fala de amor como todos pensam.
:)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Fim de Ano

Ah! Como é bom chegar no fim do ano e sentir que o dever foi cumprido, um ano inteiro dedicado a faculdade, as provas, aos trabalhos e olha que foram muitos.
Além do que não posso deixar de mencionar as brigas, e foram muitas, mas trabalhos em grupo mesmo em uma sala de comunicação são dificies, mais elas foram muito úteis, hoje o grupo em qual faço parte "Liberdade de Expressão" se dá muito bem, e podemos dizer que somos AMIGOS e entendemos o jeito de cada um e que sem eles o ano não teria sido tão especial.
Infelizmente no próximo semestre o 2º D de Comunicação Social não estarão mais juntos, cada um seguira para a sua habilitação, eu estou muito animada por poder entrar logo na minha habilitação que é Publicidade e Propaganda, mais ao mesmo tempo triste por ter que me separar de pessoas queridas.


Que todos se deem muito bem na sua habilitação.


É isso, que ano que vem seja (se possível) melhor que este que passou....


Boas festas a todos


Beijos

sábado, 22 de novembro de 2008

28º Bienal de São Paulo “em vivo contato”

A 28º Bienal de São Paulo “em vivo contato” acontece desde o dia 26 de outubro até o dia 06 de dezembro, pode – se dizer que está bienal mesmo tendo belas obras, deixou um pouco a desejar, um lugar tão grande ter um andar vazio, ninguém que vai a uma bienal espera encontrar um andar vazio, né?
Deram como explicação que isso fazia parte da proposta da exposição, porém decepcionou os visitantes essa ausência de arte para ocupar aquele lugar tão bom, e não se pode deixar de destacar que esse andar ainda foi usado para um protesto feito por 40 pessoas que entraram e picharam todas as paredes com frases, como por exemplo: Isso que é arte, e o pior e que essas pessoas foram aplaudidas, mostrando ainda mais o desapontamento dos visitantes.
Mais a Bienal teve seu lado bom, as obras que estavam expostas eram bem interessantes, como exemplo, Vídeo Portrait Gallery, se tratava de 16 vídeos com monitores individuais, o mais intrigante era que passavam cenas como uma mulher gritando ou roendo a unha, e ao colocar o fone para ouvir o áudio ao mesmo tempo em que agoniava dava mais vontade de ouvir.
Porém o mais interessante foi o tobogã, que roubou a cena, passando de dentro para fora da bienal, além de muito bonito foi muito divertido, e também o chaveiro talismã, onde você entregava uma chave da sua casa que era copiada e em troca ganhava a chave do pavilhão Ciccillo Matarazzo, quem tiver a chave poderá visitar o pavilhão quando ele estiver fechado para o público, e tem mais essas chaves que foram copiadas serão expostas como outra obra.
Enfim essa foi mais uma Bienal de São Paulo deixando, como citei no início, um pouco a desejar, mais valeu a pena pelas poucas e boas obras que pude apreciar.



sexta-feira, 21 de novembro de 2008


Mulheres no Poder

Em 2006, Michelle venceu as eleições presidenciais do Chile, sendo assim a primeira mulher a governar um país de costumes conservadores. Em sua carreira política, uma de suas metas, é entender os problemas sociais, por exemplo, ajudar as crianças prejudicadas pelo regime militar, do qual foi atingida.
Mais uma mulher chega ao poder, e não podemos deixar de destacar a sensibilidade feminina e seu instinto maternal, gerando algumas diferenças na política.
Michelle Bachelet tem uma vida particular como todos. Tem uma família e duas filhas: Francisca e Sofia. Além de sua vitoriosa carreira política, não podemos esquecer seu principal papel: o de mãe.
Essa é uma difícil ligação, que tem um preço elevado perante ao mundo masculino, acarretando assim uma maior responsabilidade. Podemos citar algumas diferenças entre o homem e a mulher na política. Biologicamente, as mulheres são diferentes em estrutura e potencial. Psicologicamente, os valores femininos seguem outros princípios em relação aos homens.
Mediante decisões a serem tomadas, na maioria das vezes o homem é tomado pela razão, enquanto a mulher terá mais um motivo a pensar: o sentimento.
Independente do sexo na política, as guerras são sempre temas polêmicos, que necessitam serem discutidos, e surge uma dúvida: Como Michelle reagirá perante possibilidades de guerra?
Após analisarmos seu perfil e estrutura política, podemos concluir que Michelle Bachelet, diante dessa possibilidade buscará outros meios para a resolução dos problemas, evitando assim que a população passe, pelo o que ela sofreu.

"Mídia, Mulher e Política"

Michelle Bachelet

Pediatra e política chilena nasceu em 1951, em Santiago. É atual presidente do Chile e também da União de Nações Sul Americanas. Membro do Partido Socialista do Chile, ocupou o lugar de ministra da Saúde no governo de Ricardo Lagos de 2000 à 2002, e posteriormente o cargo de Ministra da Defesa, sendo a primeira mulher a exercer este cargo na América Latina. Foi eleita Presidente do Chile para um mandato que vai de 2006 à 2010. É filha do general da força aérea chilena com uma arqueóloga. Devido ao trabalho de seu pai, viveu nas bases da Força Aérea Chilena: Quintero, Cerro Moreno e San Bernardo, de 62 à 63 em Washington. Cursou o ensino médio no Chile e lá participava de grupos teatrais. Em 1970, ingressou a faculdade de Medicina na Universidade do Chile e lá se formou pediatra. Ingressou na Juventude socialista do Chile. Foi presa e torturada junto com sua mãe, no golpe de estado por apoiar o Partido Socialista. As duas foram exiladas na Austrália e depois na Alemanha Oriental onde concluiu seus estudos e se casou com um arquiteto. Em 1979, voltou ao Chile e teve sua primeira filha Francisca. No final da década de 80 se divorciou. Em 1990, ingressou em uma ONG para lutar a favor de crianças vítimas do regime militar chileno.
No início da década de 90 Michelle Bachelet foi contratada como epidemióloga no Serviço de Saúde Metropolitano Ocidente e depois na Comissão Nacional da Aids. Foi ali que conheceu o epidemiólogo Aníbal Henríquez, o seu parceiro durante mais de três anos.
Desta relação em 1993, nasceu a sua filha mais nova, Sofía. De 1994 em diante, exerceu varias funções como : assessora do ministério chileno, foi convidada a estudar economia nos EUA , rabalhou como assessora do Ministério da defesa, tornou-se a primeira mulher na história republicana do país a desempenhar o cargo de ministra da Defesa. Durante a sua permanência no cargo as sondagens revelaram a sua popularidade, o que a perfilhou como uma possível boa candidata às eleições presidenciais. Já em 2005 licenciou-se para disputar as eleições à presidência do Chile e no primeiro turno (primeira volta) obteve 45,95% dos votos frente a 25,41% de seu mais próximo rival Sebástian, com quem competiu o segundo turno (segunda volta) no dia 15 de janeiro de 2006. Finalmente obteve 53,5% do total dos votos contra 46,5%, convertendo-se na primeira mulher presidente de seu país e a sexta na América do Sul. Seu primeiro ato como presidente foi a nomeação e juramento de seus ministros de Estado. No dia 13 de março, Bachelet aplicou sua primeira importante medida presidêncial: a gratuidade imediata do sistema público de saúde a maiores de 60 anos, o que rapidamente entrou em execução, além da criação de uma comissão especial para trabalhar na reforma do sistema da previdência, integrada por membros do governo e de oposição. Durante os primeiros meses de sua gestão o governo de Bachelet se concentrou em dar cumprimento às “36 medidas dos primeiros cem dias” que havia prometido durante a sua campanha. Um dos pontos mais importantes foi a confirmação de uma comissão para estudar a reforma do sistemas eleitorais ao qual a oposição imediatamente se opôs. No início de seu governo o apoio da população superava os 60%. Algumas polêmicas, como a aprovação do projeto de lei para regularizar a subcontratação de trabalho, que provocou controvérsia inclusive dentro de seu partido e a descoberta de erros na identificação dos desaparecidos políticos dez anos antes. No dia 2 de maio de 2006, Bachelet promulgou a nova lei que regula o consumo do fumo. Depois disso, houveram várias coisas, como entregou a ajuda de inverno as famílias desfavorecidas. O problema maior de Michelle foi com os estudantes, que exigiam alteração na educação do país, tais como a gratuidade no transporte escolar, a implementação de uma prova de seleção universitária e reformas na grade curricular. A economia no governo de Michelle é boa e estável. Com a valorização do cobre, o Chile chegou a ganhar 6 bilhões de lucro com isso.
O que a mídia diz sobre Michelle Bachelet
Para o ex-ministro da Educação do governo Lagos, Sergio Bittar, “Bachelet é a primeira presidenta da América do Sul e vai fazer o melhor para o Chile”.
“Bachelet representa uma etapa histórica do Chile”, disse. Diz FoxLey
Para Zaldívar, o fato de uma mulher chegar pela primeira vez à presidência ajudará nessa nova etapa. “A mulher é mais sensível e por isso Bachelet será capaz de entender os problemas sociais de nosso povo e implantar as medidas necessárias para um país mais igual”, disse.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/

(continua..)

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Resenha do Filme: Vlado - 30 anos depois.

O documentário começa de uma forma que nós traz muito curiosidade, na Praça da Sé, é colocada um banco de diretor onde as pessoas que passas na rua respondem se conhecem Vladmir Herzog, como o esperado a maioria desconhece a existência desse nome.
O mais absurdo é como podemos desconhecer uma pessoa que teve uma extrema importância para a nossa história, os anos passam e ninguém mais se lembra.
Vlado foi um jornalista que fez muito pela imprensa brasileira, viveu em época militar e que ajudou muito para que acabasse esse regime absurdo.
O filme é praticamente feito com depoimentos de amigos ou conhecidos de Vlado, pessoas que passaram pelo mesmo que ele, que contam emocionadas, muitas vezes com raiva e com muitos sentimentos aflorando por serem obrigadas a se relembrar de tudo.
Vlado foi levado pelo regime para um “campo concentração” de jornalistas, onde seus amigos ouviram ele ser violentamente torturado, mais o foi dito que ele teria se suicidado, porém tal atitude jamais seria tomada por ele.
Na Praça da Sé, 8 mil pessoas fizeram um protesto silencioso contra o regime, por causa da morte de Vlado, ele que mudou a vida de muitas pessoas e sua morte trouxe tristeza e raiva.
É muito interessante porque entendemos o início do filme, que é na Praça da Sé, pois foi bem o lugar onde foi marcado por esse protesto, por essa insatisfação, pela morte dessa pessoa que foi tão especial.
O documentário nos faz pensar que se essas pessoas não tivessem existido, talvez teríamos esse regime até hoje, fomos “libertados” e nem sabemos sobre a vida dessas pessoas que foram tão essenciais para a história do nosso País.